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    Livros de romances, poesias, crônicas, contos,


    Moradora de Paraisópolis publica 2º livro de poesia

     

     26 de Junho lançamento do segundo livro de poesias de Jussara Carvalho escritora de Paraisópolis São Paulo. O lançamento na biblioteca do CEU Paraisópolis durante o sarau das 20 h ás 21:00 horas. 



    Escrito por Jussara Carvalho às 17h05
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    Música e Romance

     

     


    Episódio do Romance "
    Amor iluminou minha vida"


    Pai de Michelly Mattos, cantando em um show em São Paulo antes de conhecer Darleide Mattos


    Com luvas de aço comecei assustar

    Usando correntes pra me livrar

    De muitos malandros querendo me roubar

    Tenho grupo roqueiro pra me admirar

    Eu sou cantor então vou cantar:

                                                      

    Alto barulho do som da Guittar

    Minhas mãos a dedilhar

    Muito empolgado começo berrar

    Com minha guitarra estou a pular

     

    Gosto de rock desde que nasci

    Quando cresci

    Minha mãe enlouqueci

    Viajei por aí

    Sem ter onde dormir

     

    Nas noites sombrias

    Meu jeans é preto

    Casaco de couro preto

    Botas igualmente preta

    Ficando preto na noite preta

    Escondendo do frio na escuridão

    Protegendo meu pulmão.

     

     

     



    Escrito por Jussara Carvalho às 17h27
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    Livro de Poesia da Escritora de Paraisópolis

     A escritora de Paraisópolis (Jussara Carvalho) Publicou o livro "Demolidor de Corações" no Sarau Paraisópolis em Abril de 2011. Estão postada algumas fotos do livro de poesias mais romanticas da autora.

     

                        

    índice de Demolidor de Corações

    Uma das poesias do livro

     



    Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 07h20
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    Poesia do livro Páginas vazias

    Pelas ruas de São Paulo

    No ônibus lotado começo passar mal
    7 ou 17 horas num engarrafamento total
    Pessoas vão e voltam
    Pelas ruas da capital

    Ouço músicas com fone no ouvido
    E o tempo vai passando
    Assim tento me distrair
    Enquanto o ônibus vai balançando
    Chegando no ponto final
    Desço e vou andando

    Preciso de outro transporte
    Para completar minha viagem
    Graças ao bilhete único
    Pago só uma passagem
    Na rua começa chover forte
    E eu torço por uma aragem

    Confiro o endereço no jornal
    E finalmente chego ao meu destino
    Entro no prédio cultural
    No centro de São Paulo
    E participo de mais um sarau

    De Jussara Carvalho publicado pela editora Madio dia 17 de Julho de 2010



    Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 14h38
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    Jussara Carvalho é a Escritora de Paraisopolis

    Revista CULT - Edição de dezembro 2009

     Nasci e passei a infância em uma fazenda, depois mudei para Jacaraci  uma cidade no sudoeste da Bahia e comecei escrever:

    * O amor iluminou minha vida

    * Memórias de uma garota apaixonada

    * Em busca do futuro

    Prosa-poéticas:

    * Rimando a vida

    *De repente eu me apaixonei

    * Planos para ter um namorado

     

    Turma da fotografia

     

     Moradora de Paraisópolis desde 2004, morei em cinco casas, trabalhei em vários lugares e em 2007 fiz curso de fotografia pelo projeto um olhar com o fotógrafo colombiano Joaquin Sarmiento e André Bueno.

     As fotos tiradas pelos integrantes do curso ficaram numa exposição no museu do imigrante em janeiro de 2008 " Meu nordeste paulistano".

    Fizemos exposições com o nome Brincando na quebrada entre outras.

        ♣♦

      Ampliei meus conhecimentos literários e escrevi:

     3 livros de poesias

    Meu conceito de poesia e outros poemas

    Demolidor de corações - cartas para todos que amei

    Sentimentos a flor da pele

     

     Literatura infanto-juvenil:

    ☺☻As aventuras de Alex e Tainá;

    ☺☻A lenda da princesa do gelo;

    ☺☻A princesa do sertão;

    ☺☻Diário de um garoto adotado;

     ♣♦ A filha de Bruxangel;

     ♣♦ Gaivota

    Romances

    *A bailarina
     
    * A filha de anjos caídos - 1/3 humana, 1/3 bruxa e 1/3 vampira

    * Minha vizinha lelé da cuca

     * A viúva negra

    * A gata selvagem

    * A exterminadora  

     ...

    O poeta romancista e outros contos

    O inacreditável reencontro..........................................pg. 2

    A história do boi.........................................................pg. 8

    A intoxicação..............................................................pg.11

    Perdida na floresta......................................................pg.16

    Extermínio da loucura.................................................pg.21

    O poeta Romancista....................................................pg.24

    Não quero morrer virgem...........................................pg.28

    O personagem.............................................................pg.31

    Conto de terror...........................................................pg.33

    Por que ela foi embora?.............................................pg.36

    A casa caiu ...............................................................pg.38 

    Quem bate minha porta de madrugada?.....................pg.41 

    O livro de Adriane....................................................pg.43

    O casamento..............................................................pg.47

    O abandono...............................................................pg.54

    Antes do casamento...................................................pg.59

    Nascimento e morte...................................................pg.66

    O namorado...............................................................pg.69 



    Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 21h43
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    Qual o papel do homem na natureza?

                        A responsabilidade ambiental é de todos nós

     

    Numa rua como as outras

    Um homem bebia sua cerveja e dizia

    Que a responsabilidade ambiental

    É para os grandes empresários

    Estes deviam ter programas ambientais

    E realizar proezas para despoluir o planeta

    São grades culpados pelo efeito estufa

    Com empresas poluidoras.

    Jogando um recipiente no chão

    Afirmou que uma garrafa a mais ou menos não faz diferença

    Culpando nossos antepassados para não admitir

    Que estava agindo pior que eles

    Saiu amassando um jornal

     

    Algum tempo depois

    Aquele lixo juntou a outros que também foram jogados

    Por pessoas que atirou com o mesmo pensamento

    E ninguém resgatou para reciclagem

    A garrafa sendo arrastada pela águas da chuva

    Termina entupindo um boeiro

    Onde as águas invadiram as ruas

    Causando maior inundação

    Levando carros, derrubando casas

    Arrastando apavorado aquele que sempre jogou lixo na rua

    Naquele momento arrependeu em contribuir

    Com a destruição da natureza

    E seu último desejo era que outra pessoas

    Não tivesse o mesmo castigo que ele.

     

    Primeiro concurso de poesia no CEU Paraisópolis organizado pelo projeto chance com o tema a natureza.

    Eu segurando o troféu, Mizael organizador do projeto e Turim, o patrocinador do evento.

    Atrás um dos jurados do concurso. 



    Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 21h15
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    Minha vizinha Lelé da cuca

     

    Um dia Stefani Baudelaire apareceu com uma barriga enorme, como suspeitava que era hemafrodita e ela nunca tiveram namorado, perguntaram de quem ela estava grávida, respondeu que era do espírito.

    Os curiosos da rua Antônio Pinto achavam Stefani muito diferente e essa diferença provocou polêmica aos vizinhos que não conseguindo desvendar o mistério da jovem, declararam insanidade...

    _ A minha família é louca, eu não. Tenho apenas alma de artista

    Estou esperando um filho teu...

    Uma criança vai nascer

    Não importa se é menino ou menina

    Vai ser amado esse bebê.


    Stefani Baudelaire aguarda a realização de seu sonho, a felicidade do nascimento do seu filho que está sendo gerado com muita dedicação. o que ninguém sabe é se ela se refere ao lançamento de seu livro ou se ela está realmente grávida.



    Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 18h11
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    Demolidor de Corações

    Viver com paixão

    Uma paixão chega deletando tudo

    Abrasando o coração.

    E quando vai embora

    Só o tempo para concertar os estragos

    E preparar o terreno

    Para uma nova paixão.


    Porém o mundo desaba

    Quando não tem quem amar

    E se perde a doçura

    Das carências e beijos apaixonados

    A sensação de está nas nuvens

    Quando não se sai do chão.


    Fica triste isolado

    Amargando cada falta

    Que o coração sente.

    Não dar pra viver assim

    Se fechado para o amor.


    O peso de quem se limita

    A se mesmo agride as pessoas a volta

    Aumentando a arrogância.

    Se esquece as boas maneiras.

    Achando desnecessário.

    Excesso de delicadeza

    Concluindo que é chatice.


    Mas o amor nos deixa mais dócil

    Amolece o coração de pedra

    Entrega o prazer a alma descontente

    Deixa o mundo mais colorido

    Cheio de vida, beleza

    De sonho e fantasia.


    Quando imagina o que está havendo

    Com o outro que está ausente

    Sofre de ciumes.

    Mesmo assim insiste

    Em perguntar ao destino

    Se algum dia será correspondido

    Todo amor que aquele homem rude

    Possa ter no coração

    E lhe falta coragem de admitir

    E compartilhar.

    É inútil tentar enganar a se mesmo

    Procurar outra paixão

    Nos braços de outro alguém.

     

    Um grande amor desconstroe?

    É insubstituível?



    Escrito por Jussara Carvalho. às 17h42
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    O amor iluminou minha vida

    A turma estava se preparando para dar adeus 8ª série e começou usufruir certas re­galias. Já era hora de revelar os protegidos de cada amigo secreto, então, Welliton convi­dou a galera para um churrasco na fazenda onde morava e Michelly não continha a ansie­dade de conhecer a casa onde o gênio se escondia.

    Pelo regimento de Silvaneide, Michelly não iria fazer a viagem paradisíaca para despe­dida do primeiro grau. Na verdade queria curtir um sonho de verão numa praia, mas como não tinha acompanhante para uma semana de amor, não se opôs. Além disso, tinha em mente convencer a sua responsável a deixá-la participar de outro evento escolar e sa­bia que esta seria uma tarefa difícil.

    _ Todos os estudantes estarão lá. Oh vó! Deixe-me ir. Não seja malvada!

    _ Calada! Já disse que não vai.

    _ Toda a galera vai a Porto seguro, já reservaram hotel, contrataram a cozinheira, com­praram protetor solar...

    _ Quanto luxo! Isso que acontece quando o governo resolve colocar os jovens na escola. Agora só pensam em estudar e ficar pra cima e pra baixo dizendo que vai fazer trabalho de escola. Eram o que esses preguiçosos queriam, uma boa desculpa para ficar de pernas pro ar. “ Não posso trabalhar porque a escola me espera. Tenho que ir a casa do colega estudar” e de lá sabe Deus onde vão. O governo criou essa lei para vagabundos e nos tira o direito de educá-los a moda antiga, eu só quero saber o que vai fazer quando esses estudantes se formarem e se tornarem adultos desempregados.

    _ Justamente por isso que todos têm direito a educação, para tornarem mais capacitados para enfrentar grandes obstáculos.

    _ Não vejo como.

    _ Quem está bem informado tem mais chances em corresponder as espectavas do mercado de trabalho. Pois o que falta não é emprego e sim pessoas capacitadas. E diversão é ótimo remédio para a saúde mental.

    Silvaneide não esperou Michelly terminar o discurso, sentou-se a máquina de costura para ignorá-la. Ao perceber que falava sozinha, Michelly foi atrás de uma resposta.

    _ E quanto a mim?

    _ O que tem você?

    _ Sei que gostaria que a população vivesse na idade da pedra...

    _ Naquela época pelo menos tinha mais respeito ao ...

    _ Felizmente os tempos mudaram e faço parte da modernidade.

    _ Da sem-vergonhice

    _ Não conhecerei o mar dessa vez, mas a senhora não pode me negar participar de uma reunião estudantil.

    _Quem vai levar?

    _ A porto Seguro? O ônibus escolar. A fazenda Queda D'água, o carro da prefeitura.

    _ Pois bem. Já fez a faxina da semana?

    _ Tudo limpinho.

    _ As roupas da casa?

    _ Lavada e passada.

    _ Quanto as de cama mesa e banho?

    _ Tudo ok! Já molhei as plantas, afofei a terra dos jardins e arranquei as penas gordas das galinhas.

    _ Mais uma coisinha...

    _ O quê?

    _ Vou pensar no assunto.


    A garota havia se arrumado como se fosse a um casamento, apesar das poucas e velhas roupas que Silvaneide lhe permitia vestir. Saiu antes de ser vista para evitar que que a sra. que a hospedava interferisse em seu visual e a proibisse de misturar com a garotada sem nenhum juízo na cabeça. Porém pelo atraso, Michelly achou que seus colegas tinha mudado de idéia e não lhe comunicado. Quando voltava pra casa desanimada, escutou o barulho da caminhonete que ira levá-los. Apressadamente, correu para a sorveteria na saída da cidade. Enquanto o transporte se abastecia no posto de gasolina, subiu na carroceria quase sem fôlego. Não era um passeio com a galera gritando, pois a poeira cobria os cabelos que Michelly passara horas fazendo um belo penteado, indecisa em qual ficaria mais bonito e imaginava que tivesse o privilégio de ir na cabine.


    Próxima à estrada, um enorme portão que abria caminho para a casa cercada de árvores. O motorista estacionou a caminhonete. Todos desceram e foram recebidos pelo dono da casa. Michelly observava as árvores frescas e sombrias, os jardins perfumados e o ar puro de um belo domingo.

    O lugar é lindo!”

    O sol estava escondido numa nuvem que parecia grande floco de algodão. Voltou olhar a decoração dos jardins floridos e verdes plantas rasteiras que enramavam. Não percebeu que não tinha ninguém ao redor, então se pós a perguntar onde foram todos e a se queixar que se atrasava em tudo.

    Empurrou a porta semi-cerrada e assim que entrou ouviu um barulho de chocalho. Fechou a porta e gritou, pulou, depois virou-se para o interior da casa, foi então que ficou paralisada ...

    Quer saber o resto da história? Deixe seu comentário.



    Escrito por Jussara Carvalho. às 18h22
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    Cachoeira


    O som das águas numa cachoeira

    É uma melodia

    Que desfaz o calor,

    E com alegria

    Meu coração enche de amor.

    As águas corre o leito

    E faz planta florescer.

    Esse cenário perfeito

    Emociona e convida à viver.


    A água que escorre das pedras

    Faz um barulho agradável

    E a ornamentação do campo

    É muito adorável.

    A água cai da cascata

    Formando um lençol trasparente

    E a areia em suas margens

    Chama a atenção de quem está presente

    Que fotografa, pinta e escreve lindas mensagens.

     



    Escrito por Jussara Carvalho. às 13h34
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    Mão que escreve 2

    Mão que escreve 6

    Mão que escreve códigos indecifráveis

    Mão que escreve cartas para ser esquecidas num baú

    Mão que escreve além da imaginação

    Mão que descreve o que os olhos veêm

    Mão que escreve o que o coração sente

    Mão que escreve os sonhos de outrora

    Mão que revela segredos bem escondidos

    Mão que escreve bilhetes para a família

    Mão que escreve e-mail para namorado virtual

    Mão que escreve mensagens para o mundo inteiro

    Mão que escreve por amar a escrita

     

    Mão que escreve coisas secretas

    Mão que escreve contos         

    Mão que escreve poesias

    Mão que escreve frase que alegra a alma

    Mão que escreve um conto que encanta

    Esta mão será de um poeta?

    Esta mão será de um compositor?

    De quem será esta mão

    Que escreve palavras emocionantes?



    Escrito por Jussara Carvalho. às 13h13
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    Meus oito anos

    Brincava de bete, esconde-esconde e cola-cola,

    Mas não podia brincar de bola.

    Por que era proibido 

    E tinha medo de brincar escondido.

    Quando tinha que ajudar

    Meus pais fabricar

    A especialidade rapadura,

    Não tinha frescura.

    Levantava cedo sem enrola

    E não aparecia na escola.

    A lição de casa eu fazia rapidinho

    Pra sobrar um tempinho

    Para viajar mundo afora

    E retornar bem na hora

    Que o dever me chamava.

    Tinha amigos do coração

    Que não gostavam de solidão

    E vinham me fazer companhia

    Assim que amanhecia o dia.

    Nas noites tristes e escuras,

    Encantadoras criaturas

    Me levavam para visitar

    O paraíso que me fazia sonhar...



    Escrito por Jussara Carvalho. às 13h34
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    Boneca de pano

    Eu tinha uma boneca chamada Rose

    Era feita de pano e cheia de arroz.

    Quem me deu de presente foi a vó Rosário

    E nem era dia do meu aniversário.

    Brincava com minhas primas e tomava chá

    Naquela época nem pensava em namorar.

    O tempo foi passando e conheci Bernado

    O meu primeiro namorado.

    Minha boneca ficou jogada,

    Pois eu estava apaixonada.

    O meu cachorrinho resolveu então brincar

    Levou Rose pro quintal para enterrar

    A Jogou num buraco e cobriu de terra molhada

    Não senti sua falta, pois não pensava em nada.

    Certo dia, uma querida tia, a Anita,chegamos por Beth Zenari 100% artesanal.

    Resolveu me fazer uma visita

    E teve uma grande surpresa:

    Almoçou e nem esperou a sobremesa,

    Queria bisbilhotar a casa inteira.

    Encontrou próximo à bananeira

    Uma plantação diferente:

    Um arrozal em formato de gente.

    Após fotografar a boneca

    Ao lado do cachorrinho sapeca

    Levou Rose para o palácio das bonequinhas

    Onde vive ao lado de milhares de amiguinhas.

     



    Escrito por Jussara Carvalho. às 13h47
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    Jacaraci Bahia - onde nasceu a escritora Jussara

    O que vou lhe contar      Rindo a toaRisoRindo a toa            

    Se quiser pode rir,

    Mas eu tenho orgulho

    De ser de Jacaraci.

     

    Vamos, vamos pessoal

    Vamos lutar    Muito feliz Sorte

    Aceder a chama da esperança

    E objetivos conquistar.

     

    Falando em Bahia  Legal  Apaixonado  Beijo

    Logo se lembra de salvador,

    Mas moro longe da capital

    E adoro o interior.

     

    É só olhar pra um baiano

    Logo começam criticar

    Dizem que não temos conhecimento

    E dispõe a nos humilhar.

     

    Dizem que o baiano é burro   

    Isso é puro preconceito,

    Somos inteligentes

    E merecemos mais respeito.

     

    Também ainda dizem

    Que não temos educação,

    Por sermos castigados

    Com a seca do sertão.

     



    Escrito por Jussara Carvalho. às 17h52
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    Uma lagartixa em minha cama

    Episódio do livro mémoria de uma garota apaixonada


    Lúcia encontrou a amiga ofente por está perseguindo uma lagartixa e quis saber o que se passava.

    _ Lagartixa é coisa de gente? Vou matar a desgraçada! Posso dizer desgraçada sim, pois para mim não tem graça nenhuma. Que pavor!

    Aferontina bateu a vassoura na parede e o bicho passou para o lado interno do quarto pelo telhado.

    _ No meu quarto de novo? Tenho nojo para matá-la e nem devia, elas nos favoresse comendo insetos. Mas esta coisa nojenta não é ridícula?

    As adolescentes viram o animal descer em direção ao outro que estava a sua espera para o acasalamento.

    Lúcia ainda não entendeu o motivo da alteração da colega e perguntou novamente o que sucedera.

    _ Estava descançando tranquilamente, quando de repente: Bum! Uma lagartixa cai do telhado. Não me assustei com esse simples fato, o que me apavorou foi quando a atrevida estava sobre o criado mudo olhando pra mim e depois ainda teve a audácia de correr para minha cama e se meter debaixo do endredon. O que estava pensando? Será que tenho cara de lagartixa? Imagine o susto ao ver uma lagartixa na cama comigo...



    Escrito por Jussara Carvalho. às 17h38
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