Livro de Poesia da Escritora de Paraisópolis
A escritora de Paraisópolis (Jussara Carvalho) Publicou o livro "Demolidor de Corações" no Sarau Paraisópolis em Abril de 2011. Estão postada algumas fotos do livro de poesias mais romanticas da autora.  
 
índice de Demolidor de Corações 
Uma das poesias do livro 

Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 07h20
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Poesia do livro Páginas vazias

Pelas ruas de São Paulo No ônibus lotado começo passar mal 7 ou 17 horas num engarrafamento total Pessoas vão e voltam Pelas ruas da capital Ouço músicas com fone no ouvido E o tempo vai passando Assim tento me distrair Enquanto o ônibus vai balançando Chegando no ponto final Desço e vou andando Preciso de outro transporte Para completar minha viagem Graças ao bilhete único Pago só uma passagem Na rua começa chover forte E eu torço por uma aragem Confiro o endereço no jornal E finalmente chego ao meu destino Entro no prédio cultural No centro de São Paulo E participo de mais um sarau De Jussara Carvalho publicado pela editora Madio dia 17 de Julho de 2010 
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 14h38
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Jussara Carvalho é a Escritora de Paraisopolis
Revista CULT - Edição de dezembro 2009 
Nasci e passei a infância em uma fazenda, depois mudei para Jacaraci uma cidade no sudoeste da Bahia e comecei escrever: * O amor iluminou minha vida * Memórias de uma garota apaixonada * Em busca do futuro Prosa-poéticas: * Rimando a vida *De repente eu me apaixonei * Planos para ter um namorado
Turma da fotografia  Moradora de Paraisópolis desde 2004, morei em cinco casas, trabalhei em vários lugares e em 2007 fiz curso de fotografia pelo projeto um olhar com o fotógrafo colombiano Joaquin Sarmiento e André Bueno. As fotos tiradas pelos integrantes do curso ficaram numa exposição no museu do imigrante em janeiro de 2008 " Meu nordeste paulistano". Fizemos exposições com o nome Brincando na quebrada entre outras. ♣♦ Ampliei meus conhecimentos literários e escrevi: 3 livros de poesias ♦ Meu conceito de poesia e outros poemas ♥ Demolidor de corações - cartas para todos que amei ☺ Sentimentos a flor da pele Literatura infanto-juvenil: ☺☻As aventuras de Alex e Tainá; ☺☻A lenda da princesa do gelo; ☺☻A princesa do sertão; ☺☻Diário de um garoto adotado; ♣♦ A filha de Bruxangel; ♣♦ Gaivota Romances *A bailarina * A filha de anjos caídos - 1/3 humana, 1/3 bruxa e 1/3 vampira * Minha vizinha lelé da cuca * A viúva negra * A gata selvagem * A exterminadora ... O poeta romancista e outros contos O inacreditável reencontro..........................................pg. 2 A história do boi.........................................................pg. 8 A intoxicação..............................................................pg.11 Perdida na floresta......................................................pg.16 Extermínio da loucura.................................................pg.21 O poeta Romancista....................................................pg.24 Não quero morrer virgem...........................................pg.28 O personagem.............................................................pg.31 Conto de terror...........................................................pg.33 Por que ela foi embora?.............................................pg.36 A casa caiu ...............................................................pg.38 Quem bate minha porta de madrugada?.....................pg.41 O livro de Adriane....................................................pg.43 O casamento..............................................................pg.47 O abandono...............................................................pg.54 Antes do casamento...................................................pg.59 Nascimento e morte...................................................pg.66 O namorado...............................................................pg.69
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 21h43
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Qual o papel do homem na natureza?
A responsabilidade ambiental é de todos nós 
Numa rua como as outras Um homem bebia sua cerveja e dizia Que a responsabilidade ambiental É para os grandes empresários Estes deviam ter programas ambientais E realizar proezas para despoluir o planeta São grades culpados pelo efeito estufa Com empresas poluidoras. Jogando um recipiente no chão Afirmou que uma garrafa a mais ou menos não faz diferença Culpando nossos antepassados para não admitir Que estava agindo pior que eles Saiu amassando um jornal Algum tempo depois Aquele lixo juntou a outros que também foram jogados Por pessoas que atirou com o mesmo pensamento E ninguém resgatou para reciclagem A garrafa sendo arrastada pela águas da chuva Termina entupindo um boeiro Onde as águas invadiram as ruas Causando maior inundação Levando carros, derrubando casas Arrastando apavorado aquele que sempre jogou lixo na rua Naquele momento arrependeu em contribuir Com a destruição da natureza E seu último desejo era que outra pessoas Não tivesse o mesmo castigo que ele. 
Primeiro concurso de poesia no CEU Paraisópolis organizado pelo projeto chance com o tema a natureza. Eu segurando o troféu, Mizael organizador do projeto e Turim, o patrocinador do evento. Atrás um dos jurados do concurso.
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 21h15
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Minha vizinha Lelé da cuca

Um dia Stefani Baudelaire apareceu com uma barriga enorme, como suspeitava que era hemafrodita e ela nunca tiveram namorado, perguntaram de quem ela estava grávida, respondeu que era do espírito. Os curiosos da rua Antônio Pinto achavam Stefani muito diferente e essa diferença provocou polêmica aos vizinhos que não conseguindo desvendar o mistério da jovem, declararam insanidade... _ A minha família é louca, eu não. Tenho apenas alma de artista Estou esperando um filho teu... Uma criança vai nascer Não importa se é menino ou menina Vai ser amado esse bebê.
Stefani Baudelaire aguarda a realização de seu sonho, a felicidade do nascimento do seu filho que está sendo gerado com muita dedicação. o que ninguém sabe é se ela se refere ao lançamento de seu livro ou se ela está realmente grávida.
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 18h11
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Demolidor de Corações
Viver com paixão 
Uma paixão chega deletando tudo Abrasando o coração. E quando vai embora Só o tempo para concertar os estragos E preparar o terreno Para uma nova paixão. 
Porém o mundo desaba Quando não tem quem amar E se perde a doçura Das carências e beijos apaixonados A sensação de está nas nuvens Quando não se sai do chão.
Fica triste isolado Amargando cada falta Que o coração sente. Não dar pra viver assim Se fechado para o amor.
O peso de quem se limita A se mesmo agride as pessoas a volta Aumentando a arrogância. Se esquece as boas maneiras. Achando desnecessário. Excesso de delicadeza Concluindo que é chatice.
Mas o amor nos deixa mais dócil Amolece o coração de pedra Entrega o prazer a alma descontente Deixa o mundo mais colorido Cheio de vida, beleza De sonho e fantasia.
Quando imagina o que está havendo Com o outro que está ausente 
Sofre de ciumes. Mesmo assim insiste Em perguntar ao destino Se algum dia será correspondido Todo amor que aquele homem rude Possa ter no coração E lhe falta coragem de admitir E compartilhar. É inútil tentar enganar a se mesmo Procurar outra paixão Nos braços de outro alguém. Um grande amor desconstroe? É insubstituível?
Escrito por Jussara Carvalho. às 17h42
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O amor iluminou minha vida
A turma estava se preparando para dar adeus 8ª série e começou usufruir certas regalias. Já era hora de revelar os protegidos de cada amigo secreto, então, Welliton convidou a galera para um churrasco na fazenda onde morava e Michelly não continha a ansiedade de conhecer a casa onde o gênio se escondia. Pelo regimento de Silvaneide, Michelly não iria fazer a viagem paradisíaca para despedida do primeiro grau. Na verdade queria curtir um sonho de verão numa praia, mas como não tinha acompanhante para uma semana de amor, não se opôs. Além disso, tinha em mente convencer a sua responsável a deixá-la participar de outro evento escolar e sabia que esta seria uma tarefa difícil. _ Todos os estudantes estarão lá. Oh vó! Deixe-me ir. Não seja malvada! _ Calada! Já disse que não vai. _ Toda a galera vai a Porto seguro, já reservaram hotel, contrataram a cozinheira, compraram protetor solar... _ Quanto luxo! Isso que acontece quando o governo resolve colocar os jovens na escola. Agora só pensam em estudar e ficar pra cima e pra baixo dizendo que vai fazer trabalho de escola. Eram o que esses preguiçosos queriam, uma boa desculpa para ficar de pernas pro ar. “ Não posso trabalhar porque a escola me espera. Tenho que ir a casa do colega estudar” e de lá sabe Deus onde vão. O governo criou essa lei para vagabundos e nos tira o direito de educá-los a moda antiga, eu só quero saber o que vai fazer quando esses estudantes se formarem e se tornarem adultos desempregados. _ Justamente por isso que todos têm direito a educação, para tornarem mais capacitados para enfrentar grandes obstáculos. _ Não vejo como. _ Quem está bem informado tem mais chances em corresponder as espectavas do mercado de trabalho. Pois o que falta não é emprego e sim pessoas capacitadas. E diversão é ótimo remédio para a saúde mental. Silvaneide não esperou Michelly terminar o discurso, sentou-se a máquina de costura para ignorá-la. Ao perceber que falava sozinha, Michelly foi atrás de uma resposta. _ E quanto a mim? 

_ O que tem você? _ Sei que gostaria que a população vivesse na idade da pedra... _ Naquela época pelo menos tinha mais respeito ao ... _ Felizmente os tempos mudaram e faço parte da modernidade. _ Da sem-vergonhice _ Não conhecerei o mar dessa vez, mas a senhora não pode me negar participar de uma reunião estudantil. _Quem vai levar? _ A porto Seguro? O ônibus escolar. A fazenda Queda D'água, o carro da prefeitura.  _ Pois bem. Já fez a faxina da semana? _ Tudo limpinho. _ As roupas da casa? _ Lavada e passada. _ Quanto as de cama mesa e banho? _ Tudo ok! Já molhei as plantas, afofei a terra dos jardins e arranquei as penas gordas das galinhas. _ Mais uma coisinha... _ O quê? _ Vou pensar no assunto.
A garota havia se arrumado como se fosse a um casamento, apesar das poucas e velhas roupas que Silvaneide lhe permitia vestir. Saiu antes de ser vista para evitar que que a sra. que a hospedava interferisse em seu visual e a proibisse de misturar com a garotada sem nenhum juízo na cabeça. Porém pelo atraso, Michelly achou que seus colegas tinha mudado de idéia e não lhe comunicado. Quando voltava pra casa desanimada, escutou o barulho da caminhonete que ira levá-los. Apressadamente, correu para a sorveteria na saída da cidade. Enquanto o transporte se abastecia no posto de gasolina, subiu na carroceria quase sem fôlego. Não era um passeio com a galera gritando, pois a poeira cobria os cabelos que Michelly passara horas fazendo um belo penteado, indecisa em qual ficaria mais bonito e imaginava que tivesse o privilégio de ir na cabine.
Próxima à estrada, um enorme portão que abria caminho para a casa cercada de árvores. O motorista estacionou a caminhonete. Todos desceram e foram recebidos pelo dono da casa. Michelly observava as árvores frescas e sombrias, os jardins perfumados e o ar puro de um belo domingo. “O lugar é lindo!” O sol estava escondido numa nuvem que parecia grande floco de algodão. Voltou olhar a decoração dos jardins floridos e verdes plantas rasteiras que enramavam. Não percebeu que não tinha ninguém ao redor, então se pós a perguntar onde foram todos e a se queixar que se atrasava em tudo. Empurrou a porta semi-cerrada e assim que entrou ouviu um barulho de chocalho. Fechou a porta e gritou, pulou, depois virou-se para o interior da casa, foi então que ficou paralisada ... Quer saber o resto da história? Deixe seu comentário.
Escrito por Jussara Carvalho. às 18h22
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Cachoeira

O som das águas numa cachoeira É uma melodia Que desfaz o calor, E com alegria Meu coração enche de amor. As águas corre o leito E faz planta florescer. Esse cenário perfeito Emociona e convida à viver.
A água que escorre das pedras
Faz um barulho agradável E a ornamentação do campo É muito adorável. A água cai da cascata Formando um lençol trasparente E a areia em suas margens Chama a atenção de quem está presente Que fotografa, pinta e escreve lindas mensagens.
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h34
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Mão que escreve 2

Mão que escreve 6 Mão que escreve códigos indecifráveis Mão que escreve cartas para ser esquecidas num baú Mão que escreve além da imaginação Mão que descreve o que os olhos veêm Mão que escreve o que o coração sente Mão que escreve os sonhos de outrora Mão que revela segredos bem escondidos Mão que escreve bilhetes para a família Mão que escreve e-mail para namorado virtual Mão que escreve mensagens para o mundo inteiro Mão que escreve por amar a escrita Mão que escreve coisas secretas Mão que escreve contos Mão que escreve poesias Mão que escreve frase que alegra a alma Mão que escreve um conto que encanta Esta mão será de um poeta? Esta mão será de um compositor? De quem será esta mão Que escreve palavras emocionantes?
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h13
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Meus oito anos
Brincava de bete, esconde-esconde e cola-cola, Mas não podia brincar de bola. Por que era proibido E tinha medo de brincar escondido. Quando tinha que ajudar Meus pais fabricar A especialidade rapadura, Não tinha frescura. Levantava cedo sem enrola E não aparecia na escola. A lição de casa eu fazia rapidinho Pra sobrar um tempinho Para viajar mundo afora E retornar bem na hora Que o dever me chamava. Tinha amigos do coração Que não gostavam de solidão E vinham me fazer companhia Assim que amanhecia o dia. Nas noites tristes e escuras, Encantadoras criaturas Me levavam para visitar O paraíso que me fazia sonhar...
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h34
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Boneca de pano
Eu tinha uma boneca chamada Rose Era feita de pano e cheia de arroz. Quem me deu de presente foi a vó Rosário E nem era dia do meu aniversário. Brincava com minhas primas e tomava chá Naquela época nem pensava em namorar. O tempo foi passando e conheci Bernado O meu primeiro namorado. Minha boneca ficou jogada, Pois eu estava apaixonada. O meu cachorrinho resolveu então brincar Levou Rose pro quintal para enterrar A Jogou num buraco e cobriu de terra molhada Não senti sua falta, pois não pensava em nada. Certo dia, uma querida tia, a Anita, Resolveu me fazer uma visita E teve uma grande surpresa: Almoçou e nem esperou a sobremesa, Queria bisbilhotar a casa inteira. Encontrou próximo à bananeira Uma plantação diferente: Um arrozal em formato de gente. Após fotografar a boneca Ao lado do cachorrinho sapeca Levou Rose para o palácio das bonequinhas Onde vive ao lado de milhares de amiguinhas.
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h47
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Jacaraci Bahia - onde nasceu a escritora Jussara

O que vou lhe contar   Se quiser pode rir, Mas eu tenho orgulho De ser de Jacaraci. Vamos, vamos pessoal Vamos lutar  Aceder a chama da esperança E objetivos conquistar. Falando em Bahia  Logo se lembra de salvador, Mas moro longe da capital E adoro o interior. É só olhar pra um baiano Logo começam criticar Dizem que não temos conhecimento E dispõe a nos humilhar. Dizem que o baiano é burro  Isso é puro preconceito, Somos inteligentes E merecemos mais respeito. Também ainda dizem Que não temos educação, Por sermos castigados Com a seca do sertão.
Escrito por Jussara Carvalho. às 17h52
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Uma lagartixa em minha cama

Episódio do livro mémoria de uma garota apaixonada
Lúcia encontrou a amiga ofente por está perseguindo uma lagartixa e quis saber o que se passava. _ Lagartixa é coisa de gente? Vou matar a desgraçada! Posso dizer desgraçada sim, pois para mim não tem graça nenhuma. Que pavor! Aferontina bateu a vassoura na parede e o bicho passou para o lado interno do quarto pelo telhado. _ No meu quarto de novo? Tenho nojo para matá-la e nem devia, elas nos favoresse comendo insetos. Mas esta coisa nojenta não é ridícula? As adolescentes viram o animal descer em direção ao outro que estava a sua espera para o acasalamento. Lúcia ainda não entendeu o motivo da alteração da colega e perguntou novamente o que sucedera. _ Estava descançando tranquilamente, quando de repente: Bum! Uma lagartixa cai do telhado. Não me assustei com esse simples fato, o que me apavorou foi quando a atrevida estava sobre o criado mudo olhando pra mim e depois ainda teve a audácia de correr para minha cama e se meter debaixo do endredon. O que estava pensando? Será que tenho cara de lagartixa? Imagine o susto ao ver uma lagartixa na cama comigo...
Escrito por Jussara Carvalho. às 17h38
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conhecendo Samael

Tudo começou no momento Em que fui a um casamento E falei sozinha sem perceber Que os garotos estavam me olhando. Sem saber o que fazer Fingir que estava cantando E ao compor a canção Dei de cara com um dos gatos E Levei um susto, quase fui ao chão. Tentei desviar o olhar. Não sabia o que era paixão. Cheguei em casa, fiquei pensando E não conseguir dormir. Sentia a sua presença, Porém ao encontrá-lo, quis fugir E saindo sem pedir licença Abaixei a cabeça, Comecei ficar tremendo E antes de desmaiar Eu sair correndo. Imagine se eu tivesse tropeçado? Seria vergonha e emoção. Será que ele teria me levantado? Só em pensar eu sinto calafrio E meu coração bate acelerado. Como se uma brisa me tocasse Trazendo sua imagem Para que eu o amasse. Eu não queria ouvir meu coração, Achei isso coisa de desocupado. Prestei mais atenção E percebi que ele tinha me conquistando. ... Meu amor sempre procura Alguém para ama-lo Em mim nunca pensou, então... Levanto para procura-lo ...
Amo Samael Não posso mais negar Seus lábios me deixa louca De vontade de beijar. Penso em viajar Em noite lunar Se quero alcançar terra Ainda tenho que remar. Minha vida corre risco Ao atravessar o mar. Em dia de ventania Lindas ondas vou encontrar...
Escrito por Jussara Carvalho. às 20h39
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Allison e seus maridos

Alice não suporta ser humilhada Então resolve dizer que está apaixonada Onde seu amor pelo namorado Mantém a esperança de te-lo ao seu lado. Essa semiverdade Foi para entrar no clube dos jovens da cidade, Porém seu destino estava traçado E logo conseguiu namorado, Tornando uma senhora casada E se sentindo realizada...
 Allison e seus maridos Amor e sedução Isso é emocionante Para mim que sou do sertão.
É inacreditável, Incrível e surpreendente Pois essa história adorável De intrigas, amor e fel O capricho foi do destino E vou lhe contar Mesmo parecendo impossível Tudo esteve a realizar.
Tive o riso do primo Zé Que não queria ser Sidney, Mas ao encontrar André Tudo foi como um dia sonhei.
Allison Carlos de Mello E seu príncipe tão belo Vindo do país das maravilhas Sobrevoando mares e ilhas.
Sem esquecer dos gêmeos Que vivi romance legal Com sustos e carícias De um safado e outro leal. Ao saber da existência De dois homens em meu lar Foi uma surpresa e tanto Que mal consigo falar. Começando com Carlos Maciel Que foi o primeiro marido. Que descansava no céu Supondo que havia morrido. Só para completar três E recomeçar a discussão, Apareceu outra vez Em uma grande apresentação. 
Ainda casei com um outro Por não saber dizer não. Mesmo sabendo quem era o dono Do meu precioso coração. E eu que cheguei a pensar Que nunca fosse casar Ficando triste solteira Cansada ao subir a ladeira. Com tantos homens que amei Ainda vivi um trauma Que atravessa minha alma Como nunca imaginei. Fui cruelmente enganada Como em um motim, Nunca sentir tão humilhada Por quem diziam não viver sem mim... Alice quer se apaixonar, porém o romance não acontece, surge um namorado que é apenas invenção de sua cabeça. Assim terá que colocar a cabeça pra raciocinar para não ser pega na mentira. Descobre que um namorado imaginário não ia satisfazer suas necessidades, mas conseguiu o que queria: convencer todos de que não era boca virgem.
Escrito por Jussara Carvalho. às 20h52
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