Poesia ambiental
Não espere que salve o meio ambiente em seu lugar  Numa rua como as outras Um homem bebia sua cerveja e dizia Que a responsabilidade ambiental É para os grandes empresários Estes deviam ter programas ambientais E realizar proezas para despoluir o planeta São grades culpados pelo efeito estufa Com empresas poluidoras. Jogando um recipiente no chão Afirmou que uma garrafa a mais ou menos não faz diferença Culpando nossos antepassados para não admitir Que estava agindo pior que eles Saiu amassando um jornal Algum tempo depois Aquele lixo juntou a outros que também foram jogados Por pessoas que atirou com o mesmo pensamento E ninguém resgatou para reciclagem A garrafa sendo arrastada pela águas da chuva Termina entupindo um boeiro Onde as águas invadiram as ruas Causando maior inundação Levando carros, derrubando casas Arrastando apavorado aquele que sempre jogou lixo na rua Naquele momento arrependeu em contribuir Com a destruição da natureza E seu último desejo era que outra pessoas Não tivesse o mesmo castigo que ele.
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 21h15
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Concurso de poesia ambiental

Primeiro concurso de poesia organizado pelo projeto chance com o tema a natureza. Eu segurando o troféu, Mizael do projeto chance e um dos patrocinadores. Atrás um dos jurados do concurso.
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 21h14
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Minha vizinha Lelé da cuca

Um dia Stefani Baudelaire apareceu com uma barriga enorme, como suspeitava que era hemafrodita e ela nunca tiveram namorado, perguntaram de quem ela estava grávida, respondeu que era do espírito. Os curiosos da rua Antônio Pinto achava Stefani muito diferente e essa diferença provocou polêmica aos vizinhos que não conseguindo desvendar o mistério da jovem, declararam insanidade...
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 18h11
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meu novo projeto literário

Estou esperando um filho teu... Uma criança vai nascer Não importa se é menino ou menina Vai ser amado esse bebê.
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 18h17
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primeiros Contos de Jussara Carvalho
O inacreditável reencontro.........................................................................pg. 2
A história do boi........................................................................................pg. 8 A intoxicação.............................................................................................pg.11 Perdida na floresta.....................................................................................pg.16 Extermínio da loucura................................................................................pg.21
O poeta Romancista...................................................................................pg.24
Não quero morrer virgem...........................................................................pg.28 O personagem............................................................................................pg.31 Conto de terror..........................................................................................pg.33 Por que ela foi embora?.............................................................................pg.36 Dia de cão..................................................................................................pg.38 Quem bate minha porta de madrugada?....................................................pg.41
O livro de Adriane......................................................................................pg.43 O casamento..............................................................................................pg.47 O abandono..............................................................................................pg.54 Antes do casamento..................................................................................pg.59 Nascimento e morte...................................................................................pg.66 O namorado..............................................................................................pg.69
Escrito por jussarasb03@bol.com.br às 13h56
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A vida com paixão

Uma paixão chega deletando tudo Abrasando o coração. E quando vai embora Só o tempo para concertar os estragos E preparar o terreno Para uma nova paixão. 
Porém o mundo desaba Quando não tem quem amar E se perde a doçura Das carências e beijos apaixonados A sensação de está nas nuvens Quando não se sai do chão.
Fica triste isolado Amargando cada falta Que o coração sente. Não dar pra viver assim Se fechado para o amor.
O peso de quem se limita A se mesmo agride as pessoas a volta Aumentando a arrogância. Se esquece as boas maneiras. Achando desnecessário. Excesso de delicadeza Concluindo que é chatice.
Mas o amor nos deixa mais dócil Amolece o coração de pedra Entrega o prazer a alma descontente Deixa o mundo mais colorido Cheio de vida, beleza De sonho e fantasia.
Quando imagina o que está havendo Com o outro que está ausente 
Sofre de ciumes. Mesmo assim insiste Em perguntar ao destino Se algum dia será correspondido Todo amor que aquele homem rude Possa ter no coração E lhe falta coragem de admitir E compartilhar. É inútil tentar enganar a se mesmo Procurar outra paixão Nos braços de outro alguém. Um grande amor desconstroe? É insubstituível?
Escrito por Jussara Carvalho. às 17h42
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os primeiros Romances que escrevi

Memórias de uma garota apaixonada / Em busca do futuro / O amor iluminou minha vida 


Escrito por Jussara Carvalho. às 13h20
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O amor iluminou minha vida
A turma estava se preparando para dar adeus 8ª série e começou usufruir certas regalias. Já era hora de revelar os protegidos de cada amigo secreto, então, Welliton convidou a galera para um churrasco na fazenda onde morava e Michelly não continha a ansiedade de conhecer a casa onde o gênio se escondia. Pelo regimento de Silvaneide, Michelly não iria fazer a viagem paradisíaca para despedida do primeiro grau. Na verdade queria curtir um sonho de verão numa praia, mas como não tinha acompanhante para uma semana de amor, não se opôs. Além disso, tinha em mente convencer a sua responsável a deixá-la participar de outro evento escolar e sabia que esta seria uma tarefa difícil. _ Todos os estudantes estarão lá. Oh vó! Deixe-me ir. Não seja malvada! _ Calada! Já disse que não vai. _ Toda a galera vai a Porto seguro, já reservaram hotel, contrataram a cozinheira, compraram protetor solar... _ Quanto luxo! Isso que acontece quando o governo resolve colocar os jovens na escola. Agora só pensam em estudar e ficar pra cima e pra baixo dizendo que vai fazer trabalho de escola. Eram o que esses preguiçosos queriam, uma boa desculpa para ficar de pernas pro ar. “ Não posso trabalhar porque a escola me espera. Tenho que ir a casa do colega estudar” e de lá sabe Deus onde vão. O governo criou essa lei para vagabundos e nos tira o direito de educá-los a moda antiga, eu só quero saber o que vai fazer quando esses estudantes se formarem e se tornarem adultos desempregados. _ Justamente por isso que todos têm direito a educação, para tornarem mais capacitados para enfrentar grandes obstáculos. _ Não vejo como. _ Quem está bem informado tem mais chances em corresponder as espectavas do mercado de trabalho. Pois o que falta não é emprego e sim pessoas capacitadas. E diversão é ótimo remédio para a saúde mental. Silvaneide não esperou Michelly terminar o discurso, sentou-se a máquina de costura para ignorá-la. Ao perceber que falava sozinha, Michelly foi atrás de uma resposta. _ E quanto a mim? 

_ O que tem você? _ Sei que gostaria que a população vivesse na idade da pedra... _ Naquela época pelo menos tinha mais respeito ao ... _ Felizmente os tempos mudaram e faço parte da modernidade. _ Da sem-vergonhice _ Não conhecerei o mar dessa vez, mas a senhora não pode me negar participar de uma reunião estudantil. _Quem vai levar? _ A porto Seguro? O ônibus escolar. A fazenda Queda D'água, o carro da prefeitura.  _ Pois bem. Já fez a faxina da semana? _ Tudo limpinho. _ As roupas da casa? _ Lavada e passada. _ Quanto as de cama mesa e banho? _ Tudo ok! Já molhei as plantas, afofei a terra dos jardins e arranquei as penas gordas das galinhas. _ Mais uma coisinha... _ O quê? _ Vou pensar no assunto.
A garota havia se arrumado como se fosse a um casamento, apesar das poucas e velhas roupas que Silvaneide lhe permitia vestir. Saiu antes de ser vista para evitar que que a sra. que a hospedava interferisse em seu visual e a proibisse de misturar com a garotada sem nenhum juízo na cabeça. Porém pelo atraso, Michelly achou que seus colegas tinha mudado de idéia e não lhe comunicado. Quando voltava pra casa desanimada, escutou o barulho da caminhonete que ira levá-los. Apressadamente, correu para a sorveteria na saída da cidade. Enquanto o transporte se abastecia no posto de gasolina, subiu na carroceria quase sem fôlego. Não era um passeio com a galera gritando, pois a poeira cobria os cabelos que Michelly passara horas fazendo um belo penteado, indecisa em qual ficaria mais bonito e imaginava que tivesse o privilégio de ir na cabine.
Próxima à estrada, um enorme portão que abria caminho para a casa cercada de árvores. O motorista estacionou a caminhonete. Todos desceram e foram recebidos pelo dono da casa. Michelly observava as árvores frescas e sombrias, os jardins perfumados e o ar puro de um belo domingo. “O lugar é lindo!” O sol estava escondido numa nuvem que parecia grande floco de algodão. Voltou olhar a decoração dos jardins floridos e verdes plantas rasteiras que enramavam. Não percebeu que não tinha ninguém ao redor, então se pós a perguntar onde foram todos e a se queixar que se atrasava em tudo. Empurrou a porta semi-cerrada e assim que entrou ouviu um barulho de chocalho. Fechou a porta e gritou, pulou, depois virou-se para o interior da casa, foi então que ficou paralisada ... Quer saber o resto da história? Deixe seu comentário.
Escrito por Jussara Carvalho. às 18h22
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Cachoeira

O som das águas numa cachoeira É uma melodia Que desfaz o calor, E com alegria Meu coração enche de amor. As águas corre o leito E faz planta florescer. Esse cenário perfeito Emociona e convida à viver.
A água que escorre das pedras
Faz um barulho agradável E a ornamentação do campo É muito adorável. A água cai da cascata Formando um lençol trasparente E a areia em suas margens Chama a atenção de quem está presente Que fotografa, pinta e escreve lindas mensagens.
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h34
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Mão que escreve

Mão que escreve 6 Mão que escreve códigos indecifráveis Mão que escreve cartas para ser esquecidas num baú Mão que escreve além da imaginação Mão que descreve o que os olhos veêm Mão que escreve o que o coração sente Mão que escreve os sonhos de outrora Mão que revela segredos bem escondidos Mão que escreve bilhetes para a família Mão que escreve e-mail para namorado virtual Mão que escreve mensagens para o mundo inteiro Mão que escreve por amar a escrita
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h13
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Mão que escvre 2
Mão que escreve coisas secretas Mão que escreve contos Mão que escreve poesias Mão que escreve frase que alegra a alma Mão que escreve um conto que encanta Esta mão será de um poeta? Esta mão será de um compositor? De quem será esta mão Que escreve palavras emocionantes?
Escrito por Jussara Carvalho. às 20h54
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Meus oito anos
Brincava de bete, esconde-esconde e cola-cola, Mas não podia brincar de bola. Por que era proibido E tinha medo de brincar escondido. Quando tinha que ajudar Meus pais fabricar A especialidade rapadura, Não tinha frescura. Levantava cedo sem enrola E não aparecia na escola. A lição de casa eu fazia rapidinho Pra sobrar um tempinho Para viajar mundo afora E retornar bem na hora Que o dever me chamava. Tinha amigos do coração Que não gostavam de solidão E vinham me fazer companhia Assim que amanhecia o dia. Nas noites tristes e escuras, Encantadoras criaturas 
Me levavam para visitar O paraíso que me fazia sonhar...
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h34
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Boneca de pano
Eu tinha uma boneca chamada Rose Era feita de pano e cheia de arroz. Quem me deu de presente foi a vó Rosário E nem era dia do meu aniversário. Brincava com minhas primas e tomava chá Naquela época nem pensava em namorar. O tempo foi passando e conheci Bernado O meu primeiro namorado. Minha boneca ficou jogada, Pois eu estava apaixonada. O meu cachorrinho resolveu então brincar Levou Rose pro quintal para enterrar A Jogou num buraco e cobriu de terra molhada Não senti sua falta, pois não pensava em nada. Certo dia, uma querida tia, a Anita, Resolveu me fazer uma visita E teve uma grande surpresa: Almoçou e nem esperou a sobremesa, Queria bisbilhotar a casa inteira. Encontrou próximo à bananeira Uma plantação diferente: Um arrozal em formato de gente. Após fotografar a boneca Ao lado do cachorrinho sapeca Levou Rose para o palácio das bonequinhas Onde vive ao lado de milhares de amiguinhas.
Escrito por Jussara Carvalho. às 13h47
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Cruzada do amor
| | 10→ | C | | | | | | | | | | | | O | | | | | | | | | | | | R | | | | | | | | | | | | R | | | | | | | | | | 11→ | M | E | U | | | 6 ↓ | | 1↓ | | | | | | S | | | | V | | S | | | | 4 → | A | P | A | I | X | O | N | A | D | A | | | | O | | | | C | | M | | | | | | N | | | 3 ↓ | Ê | | A | | | | | | D | | | L | | | E | | | | 5 ↓ | 2→ | E | S | T | O | U | | L | | | 9 → | P | O | R | | | C | | | | | | | O | | | | | A | | | | | | | R | | | 12→ | A | M | O | R | | | | | | | | | | E | | | | | | | | | 7 → | S | I | N | T | O | | | | | | | | | | T | | | | | | | | | | 8 → | F | E | L | I | Z | | |
Escrito por Jussara Carvalho. às 17h48
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Jacaraci Bahia - onde nasceu a escritora Jussara

O que vou lhe contar   Se quiser pode rir, Mas eu tenho orgulho De ser de Jacaraci. Vamos, vamos pessoal Vamos lutar  Aceder a chama da esperança E objetivos conquistar. Falando em Bahia  Logo se lembra de salvador, Mas moro longe da capital E adoro o interior. É só olhar pra um baiano Logo começam criticar Dizem que não temos conhecimento E dispõe a nos humilhar. Dizem que o baiano é burro  Isso é puro preconceito, Somos inteligentes E merecemos mais respeito. Também ainda dizem Que não temos educação, Por sermos castigados Com a seca do sertão.
Escrito por Jussara Carvalho. às 17h52
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